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SOLO

Espetáculo de Rua

Encenação
Mara Correia

Música
Vitor Hugo Ribeiro

Direção Artística
José Miguel Carvalho

Apoio à Criação
Programa CulturAT da CIMAT

Parceria
Município Vila Pouca de Aguiar
Munício Ribeira de Pena

Durante muitos séculos e até aos dias de hoje, o aproveitamento/exploração dos recursos minerais foram determinantes na região interior norte de Portugal.

SOLO é um espetáculo performático com inspiração nos recursos minerais da região e sua exploração ao longo do tempo. Com foco nas pessoas, moldadas pelo tempo, pelo trabalho e por uma forte resiliência.

Os elementos naturais, Terra, Ar, Fogo e Água, são a base para o desenrolar da narrativa do espetáculo, no qual também se fundem algumas das artes performativas, o Teatro, a Dança, o Circo e a Música ao vivo.

O Pastor

Espetáculo de Rua

Encenação
Tisha Costa

Apoio à Criação
IPDJ

Projeto Comunitário Resultado de uma residência Artística com alunos de Teatro e Artes Performativas da UTAD.

Mariana e Manuel conheceram-se nas animadas romarias da sua terra. Mariana traz a Manuel, a suave e alegre companhia aos seus dias solidários no monte e Manuel traz a Mariana, serenidade no desenrolar de uma vida adulta.

Mas por vezes há distâncias incontornáveis que testam a ligação entre os nossos corações. Uma peça que se propõe a levar as celebrações das romarias mesmo quando o destino desconfia.

Num toque de tradição que se estende das nossas origens até ao presente, uma coisa é e será certa: nos sobes e desces da vida, seguimos celebrando a nossa resiliência trasmontana.

Que Dupla

Espetáculo de Rua

Espetáculo diurno

Criação Coletiva

Acreditando que o seu talento é digno de um Óscar, esta dupla de estrelas, concentra-se na oportunidade de apresentar o seu melhor espetáculo de sempre!

No entanto, desde o primeiro minuto, que os seus planos não estão muito alinhados.

Será que eles conseguirão fazer o seu grande número?

Que dupla! é um dueto de palhaços que exploram a arte do clown a partir de técnicas circenses, comédia e teatro físico com forte interação com o público e muitas peripécias pelo meio.

MALEDICTA & VIRTUE FLAMMAE

Espetáculo de FOGO

Espetáculos Noturnos

Criação de espetáculos de fogo a partir de uma dramaturgia temática onde se fundem as artes circenses, dança e manipulação de objetos com fogo e pirotecnia.

Circu Lar

O Grande Circo da família Brutalis

Espetáculo de Palco / Rua

Espetáculo Palco e/ou Rua

Criação Coletiva
Animodia

Interpretação
Inês Jesus
José Miguel Carvalho

Cenografia
Filipe Maia

Olhar Externo
Hilary Chaplain

Grafismo e Comunicação
Esquissos e Perspetivas e Ângela Teixeira

Um mágico extremamente confiante,
Uma domadora de animais muito ferozes,
Os arrepiantes gémeos malabaristas,
A mais bela mulher de barba…


Não tenham medo!
Apertem os cintos e saboreiem umas belas pipocas connosco!
Os irmãos brutalis desdobram-se em diferentes papéis para impressionar o seu maravilhoso público e sobreviverem num mundo onde os clássicos do circo estão a desaparecer.

O fracasso, será sempre uma nova oportunidade para recomeçar!

Este espetáculo tem como fonte de inspiração a linguagem dos grandes clássicos do circo antigo cruzada com a linguagem do novo circo. Numa pequena viagem pelos números clássicos de Charlie Chaplin ou Buster Keaton e inspirados pela poética Slava Putin e de Avner Eisenberg, bem como pela sétima arte de Frederic Fellini (I clowns) ou Tod Browning (Freaks), pretendemos explorar o absurdo e as artes circenses através de uma linguagem clownesca, onde convidamos o público a viajar pela história de uma família de circo, em que ambos os intervenientes se dobram em diferentes papéis neste espaço que é o seu lar.

Este é um espetáculo que está ainda em construção, mas que surge de uma primeira pesquisa de criação junto de Hilary Chaplain que nos conduz através de uma experiência de clássicos de números circense. Procuramos a relação entre novos formatos, o novo circo e os grandes clássicos do circo antigo.

Deixamo-nos encantar pelo Freakshow – Circos de aberrações, que se realizavam entre o século XVIII e XX, e que tiveram um grande impacto na Europa e USA, onde a programação era quase sempre composta por pessoas com anormalidades físicas. Continuamos o nosso enamoramento, passando pelos grandes circos mundialmente conhecidos, onde famílias inteiras desempenhavam diversas funções artísticas, mas também administrativas.

Através desta recolha sobre o percurso do circo, decidimos explorar uma dramaturgia que pretende contar a história destes lugares mágicos onde a tristeza dava lugar ao riso e a realidade era contaminada pela fantasia.

Abraçando a paixão que partilhamos pelas ruas e pelo palco, criamos um espetáculo que pode ser apresentado em locais convencionais e não convencionais. Propomos um espetáculo onde há espaço para a improvisação, música e uma forte interação com o público. À medida que a história se desenrola, vai levantando o véu para a relação de dois irmãos (Boris e Pepa) que lutam por manter o circo e as tradições da sua família circense vivas.

À medida que a história se desenrola, vai levantando o véu para a relação de dois irmãos (Boris e Pepa) que lutam por manter o circo e as tradições da sua família circense vivas. Entre os diferentes papéis interpretados por estes dois irmãos (os apresentadores, o mágico, a domadora de animais, a mulher de barba, gémeos malabaristas, a mulher mais forte do mundo), vamos poder também vê-los a vivenciarem conflitos típicos fraternais que acontecem atrás das cenas, e ainda ser brindados por momentos de verdadeira poesia absurda e musical.

Serão exploradas as emoções das diferentes personagens através dum constante vestir e despir dos seus papéis, convidando o público a entrar na esfera mais íntima, nos sonhos mais profundos, dos grandes protagonistas Boris e Pepa.

O riso tornou-se uma arma muito perigosa nos últimos anos, já que tem o poder de nos fazer esquecer todos os problemas e maldades que existem no mundo.
Depois de experimentarmos a seriedade da vida, acreditamos que viemos ao mundo com o propósito de transformar o humor daqueles que se cruzam no nosso caminho. Por essa razão, prometemos um espetáculo onde ao fim de uma hora ficarão com dores de maxilares, uns abdominais bem mais favorecidos, e com vontade de abraçar o vosso vizinho do lado, tamanha será a alegria que irão sentir.

PEPA BRUTALIS

Nascida nos belíssimos anos 90 em Santa Maria da Feira, desde tenra idade sabia que a sua missão era animar os outros através das suas ideias mirabulásticas.

Começa por estudar as profundezas do ser humano, conquistando o grau de mestre em Psicologia, Educação e Desenvolvimento Humano (2017-FPCEUP). Envolve-se em vários projetos artísticos e comunitários como atriz (Lee Beagley 2012, Paulina Almeida, 2014, Teatro del Silencio 2016 – Festival de Aurillac) e como coordenadora (GAF, Viana do Castelo, 2016/2017; MIDAS, Sta Mª Feira, 2019/2020) utilizando o teatro como ferramenta de empoderamento de massas excluídas socialmente.

Percebendo que a vida se estava a tornar demasiado séria e aborrecida, e à medida que a sua paixão pelas ruas e pelo riso aumenta, descobre o superpoder da arte do clown, passando os últimos anos numa intensa aprendizagem desta linguagem cómica do amor – fez diferentes formações em 2018 com Rui Paixão, Eva Ribeiro e Tom Roos, em 2019 com Matteo Ciffarelo, Olivier Hugues Terreault e Silvia Leblon e em 2022 com Robyn Hambrook, Gardi Hutter; Hilary Chaplain e Aziz Gual. Trabalha como atriz convidada de ORLA-Companhia de Teatro (2017-2020).
Em 2018 funda o projeto SEISTOPEIA, clown e teatro cómico, onde faz parte da formação principal do espetáculo SOULTRIO. Fez parte da formação inicial do projeto PALHAÇOS VISITADORES, um projeto artístico e social que pretende combater o isolamento levando a figura do palhaço a lares de idosos.

Em 2022, concentrada na sua missão de levar alegria ao mais próximo, passa a integrar a equipa da ANIMODIA.

Boris BRUTALIS

José Miguel Carvalho, chega ao mundo nos anos 80 e desde muito jovem que se deixa fascinar pelo mundo das artes circenses. Iniciou o seu percurso associativo em 2001 na Associação Rotura em Vila Pouca de Aguiar, ficando mais envolvido aquando da criação do grupo de animação circense desta associação. Licencia-se em Teatro e Artes Performativas. E torna-se imediatamente um impulsionador da Cultura em Trás-os-Montes.

Durante 5 anos esteve a residir na cidade do Porto onde teve oportunidade de desenvolver aptidões técnicas e sociais em ações de animação com públicos-alvo específicos.
Em 2011, regressa à vila que o viu nascer, e juntamente com pessoas que partilhavam a mesma vontade de dinamizar e inovar, cria a Animodia que, começou por ser uma companhia de animação, mas rapidamente expandiu as suas atividades, com foco na cultura e desenvolvimento social através das artes.

José Miguel Carvalho assumiu sempre um papel de Gestor de Projetos e coordenação das respetivas atividades, bem como de ator/performer, criação e encenação. É também responsável pela abertura e dinamização do espaço cultural Club 11, num edifício histórico de Vila Pouca de Aguiar.

Em 2013, iniciou o seu percurso como promotor e produtor de espetáculos e, em 2019 cria o ARTiManha Festival, com o objetivo de “trazer arte aos montes”.
Com o seu espírito criativo e empreendedor trouxe novas dinâmicas e aptidões, assim como novos membros a participar nas atividades, profissionalizando cada vez mais a arte e a cultura no interior do País, sempre com colaboradores com formação específica.

Nascido exatamente a meio dos anos 90, ainda não via a luz do dia e já pintava o ventre da sua mãe de cores. Quando criança, foi um apaixonado pela natureza e pela arte expressa nela. À medida que se fez homem, foi explorando diferentes formas de se expressar através da arte. Formou-se em Artes Visuais no ensino secundário. Desenvolveu uma paixão pela percussão desde criança, entre tachos e frigideiras, iniciando uma carreira musical no projeto Clepsidra, aos 16 anos.

Colaborou como músico em projetos de teatro medieval na companhia Art’Encena. Ao longo destes anos de intimidade com o teatro, vai desenvolvendo um interesse cada vez maior pelos trabalhos manuais e cenografia. Colaborou com a Associação Ofícios com História na produção de adereços medievais.

Aos 25 anos, viaja para França onde descobre o potencial da animação artística em contextos educativos, colaborando como animador numa escola na Bretanha.

De regresso a Portugal, forma-se em Animação Sociocultural, explorando um percurso artístico direcionado para a comunidade onde elege as artes plásticas e musicais como ferramentas inclusivas. Em 2022, começa a desenvolver trabalhos de cenografia para a Animodia.

As travessuras da Augusta

Espetáculo de Palco

Espetáculo diurno ou noturno

Os últimos dias têm sido atarefados na Pastelaria da Vila.

A estagiária Augusta tem o sonho de se tornar a maior pasteleira.  Entre tachos e panelas, ela está determinada em revolucionar com criatividade a doçaria tradicional.

Conseguirá ela impressionar o seu chefe e terminar a tempo as encomendas?

O Natal de Lazarinho

Espetáculo de Palco

Espetáculo diurno ou noturno

Criação Coletiva

Apoio à Criação
Programa
CulturAT da CIMAT

Parcerias
Município Boticas,
Município Chaves,
Município Montalegre

Lazarinho, tal como todos os meninos e meninas da sua idade é muito curioso.

Nas suas viagens intergalácticas, já tinha ouvido falar muito bem de uma época muito especial que se vivia no planeta terra: o Natal. Lazarinho é um menino que vive no planeta Z e o seu sonho é visitar o planeta terra e descobrir como é o natal.

Será que vai conseguir?
Quem serão os enviados especiais que o virão ajudar?